A máfia da blogosfera
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Jul 08
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 14:03link do post

Depois da frase veio o acto. Não gosto da demagogia tão característica de Portas, mas nesta questão dou-lhe toda a razão. A atribuição do Rendimento Social de Inserção tem de ser investigada. É vergonhoso constatar que algumas pessoas que trabalham recebem escassos 400€, que têm de se ver esticados para cobrir as prestações da casa, as contas da luz e da água, para além de todas as despesas da praxe e que algumas pessoas, outras, não trabalham, ou fingem não o fazer, e recebem quase o que os que trabalham por pouco recebem, sem ter de se preocupar com casa, água, luz e com tantas outras despesas que o Estado Social no meio de toda a sua solidariedade faz questão de custear. Penso realmente que tem de se dar apoio a quem está em situação difícil, mas, como diz a Fernanda Câncio, não exageremos.
Já vai sendo tempo de o Estado Social dar lugar ao Estado Justo em que a bem da equidade não se tira a quem trabalha para dar a quem, trabalhando, não quer que se saiba.

O rendimento mínimo foi criado num período de abundância, hoje depois do impacto da globalização, o país já não tem esse tipo de recursos. Sim, estou a defender o fim do rendimento mínimo ou do rendimento social de inserção como lhe queiram chamar. Veja-se o exemplo de França, durante o tempo das vacas gordas instauraram a semana de trabalho de 35 horas, há poucos dias o parlamento frances aprovou o fim desta medida e os franceses voltam a ter que trabalhar um mínimo de 40 horas semanais. Pois é com a globalização não há cá espaço para maluqueiras, ou temos papás ricos ou temos TODOS que trabalhar e muito!!
Anónimo a 28 de Julho de 2008 às 13:43

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