A máfia da blogosfera
12
Fev 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 21:29link do post | comentar

Disseram há dois anos que quem mostrava imagens de fetos com 10 semanas era manipulador e sensacionalista. Pessoalmente, acho isso um absurdo. Se não é um ser humano, não faz mal nenhum vê-lo tal como é. Mesmo que continuem a achar isso, pouco me importa.

 

 

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publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 18:23link do post | comentar | ver comentários (1)

Oponho-me terminantemente à intervenção do Estado na gestão das empresas privadas. A criação de empresas públicas já é condenável, mas interferir deste modo no funcionamento da economia é criminoso. É criminoso pelo simples facto de um grupo de pessoas (governo) estar a utilizar dinheiro que retira de forma autoritária à população para dar de mão beijada a um conjunto reduzido de pessoas (empresários). Por outro lado, é criminoso porque cria uma situação de falta de igualdade à partida. Se a empresa x é ajudada e a empresa y não, a empresa x vai ter maiores potencialidades de subsistência que a empresa y. A concorrência deixa de existir.

Qualquer discussão que parta do pressuposto que é admissível que o Estado "salve" empresas, seja sobre manutenção de empregos ou outra coisa qualquer,  nem sequer deveria tomar lugar. Paulo Portas deveria ter estado calado.


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 16:20link do post | comentar

Para quem gostar de ouvir bem pensantes, recomendo a "conversa" entre Tiago Barbosa Ribeiro e Paulo Pinto Mascarenhas, no programa Janela Aberta do Rádio Clube Português. O assunto é este.


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 16:01link do post | comentar

Caro António de Almeida, tenho a dizer que concordo consigo na quase totalidade do artigo, tirando a parte a que se refere à pílula do dia seguinte como uma via "contraceptiva", quando para mim é igual a um aborto. Realizar um novo referendo? Mas é óbvio! Mas antes de haver um novo referendo, durante os próximos anos, o debate tem de ser sério. Não pode ser uma campanha de meia dúzia de semanas a decidir uma matéria tão importante. Não pode haver partidarização: "sou BE, voto sim!". Ou pelo menos não é desejável que assim seja. É também preciso que não se entre nos politiquismos do costume: "sou de esquerda progressista, que se faça o aborto" - foi esta a imagem que o PS quis passar. É preciso que procuremos realmente a verdade, como é sempre desejável em democracia, e não entremos em manipulações condenáveis.

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publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 14:30link do post | comentar

Sem a loucura que é o homem

Mais que a besta sadia,

Cadáver adiado que procria?

 

Fernando Pessoa, Mensagem


10
Fev 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 23:41link do post | comentar | ver comentários (2)

 

Dá para acreditar que o Joaquim Carlos me atribuíu o prémio Dardos e eu deixei passar o gesto em branco? Maldito seja eu! É o primeiro prémio que O Afilhado recebe e, por isso, tem um sabor completamente diferente. Sempre que este prémio é recebido, é ritual repetir o seu propósito: «Com o Prémio Dardos se reconhece o valor que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. que, em suma, demonstram a sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre as suas letras, entre as suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à web». Não poderia ficar mais orgulhoso. Como não quero a felicidade só para mim, envio este prémio para quinze blogues, não necessariamente os meus preferidos, dado ser difícil escolher verdadeiramente, mas certamente blogues dos quais gosto muito:

 

Hoje há conquilhas

ABC do PPM

O Insurgente

Risco Contínuo

Delito de Opinião

O Cachimbo de Magritte

Estado Sentido

Em 2711

Câmara de Comuns

Blasfémias

Água Lisa

A Terceira Noite

A Origem das Espécies

A Barbearia do Senhor Luís

31 da Armada


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 22:45link do post | comentar | ver comentários (2)

 

Os Lisboetas

 

Os lisboetas não conhecem a sua cidade. Os lisboetas falam do que não sabem quando se referem a Lisboa. Muitos lisboetas nunca foram à grande maioria dos bairros de Lisboa. Muitos lisboetas nunca subiram ao castelo de São Jorge, ao miradouro da Senhora do Monte, ao Alto de Santo Amaro, a São Pedro de Alcântara, Santa Catarina, ao Largo das Necessidades ou à Tapada da Ajuda. Muitos lisboetas nunca entraram no antigo convento da Madre de Deus, na Igreja de São Roque. Muitos lisboetas não puseram sequer um pé na Torre de Belém ou contemplaram a beleza incomparável dos claustros dos Jerónimos. Dizem mal de Lisboa. Sem a conhecerem. Vão sempre aos mesmos sítios, ver as mesmas casas. Jamais lhes passou pela cabeça fazerem de turistas na sua própria cidade, deambulando por ruas e pátios de máquina fotográfica na mão, espreitando o Tejo ao virar de cada esquina. Os lisboetas detestam andar a pé. Acham que isso é próprio de classes inferiores e que é até capaz de fazer mal à saúde. Padecem da ‘síndrome de viúva de militar’, como já alguém lhe chamou. Metem-se em casa. Refugiam-se atrás de persianas, cortinas, reposteiros, marquises. Tudo quanto lhes vede o acesso à rua, à cidade, ao mundo. E só conhecem Lisboa de a ver na televisão.

 

 

Pedro Correia, dos blogues Delito de Opinião e Corta-fitas


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 22:18link do post | comentar

Com o PSD em queda livre nas sondagens, que sejam ou não compradas são o melhor indicador político de que dispomos, recorre-se com uma frequência sádica ao argumento de que Manuela Ferreira Leite não faz política do espectáculo e que quer instaurar em Portugal uma nova forma de fazer política by herself. Com todo o respeito que tenho, e que não é pouco, por MFL, isto não pega. O problema de MFL é tão-só a falta de carisma e de capacidade para liderar um partido e, neste caso, um país. Porque senão, vejamos o caso de Cavaco Silva que não sendo um político do espectáculo como é José Sócrates, por exemplo, tem os melhores índices de aceitação popular do país e sem o apoio confesso de nenhum partido conseguiu ser Presidente da República sem recurso a uma segunda volta. Nem todos nascemos para chegar a jacaré, e MFL revela-se cada vez mais uma lagartixa.


09
Fev 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 17:59link do post | comentar | ver comentários (6)

Os últimos três posts sobre o argumentário pró-aborto, felizmente, geraram alguma discussão positiva. As referências noutros blogues levaram até a que a discussão se alargasse além do meu público habitual, o que é bom. O argumento que hoje quero desmontar é o argumento do alegado direito da mulher a fazer o que quiser com o corpo que é seu. Muito provavelmente serão poucos os argumentos a desmontar depois deste, pois penso que os principais já foram todos tratados e o debate que houve na altura do referendo passou apenas por um repetir constante das mesmas supostas evidências, como esta. Ora, então, uma das defesas da legalização do aborto assenta no direito à mulher de fazer o que quiser com o seu corpo: "o corpo é meu, logo, eu tenho o direito a decidir tudo sobre ele".


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 17:04link do post | comentar | ver comentários (5)

Oiço por aqui e por ali discussões sobre o quinto canal. Se é preciso, se devia avançar ou não. E quando oiço isto apercebo-me do absurdo a que chegamos. Por que raio é que é preciso haver restrições à priori à entrada de mais um concorrente num mercado? Porque é que eu só posso criar um canal em sinal aberto se me derem vaga?

Temos quatro canais, sendo que apenas três se podem considerar como tal, porque o quarto (neste caso, o segundo) é um buraquinho para onde o Estado manda dinheiro sem fundamento nenhum. O mercado do audio-visual gera riqueza de uma forma absurda, é um El Dorado para os investidores e o Estado bloqueia a entrada. O que é que isto faz? Menos diversidade na oferta, menos concorrência (o que diminui a qualidade) e perpetua um desequilíbrio, porque se a criação de canais fosse livre, a existência de muitos já teria levado, há muito, a uma normalização e os donos das estações não seriam milionários.


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 09:49link do post | comentar | ver comentários (2)

1. Anuncia-se o nascimento do Sem Filtro, um blogue colectivo no qual participa o Tiago Loureiro, do Espelho Mágico. Um 'liberal fasssista' como o descreveu o Michael Seufert no Twitter, certo dia.

2. Descobri, num desses longos passeios virtuais, o Miniscente do Luís Carmelo. Salta para a blogroll.

3. Lia coisas sobre ele e um destaque no Sapo aguçou-me a curiosidade. Fui visitar o Sushi Leblon e, pronto, fez-se o chocapic.

4. Também descobri, que a vida é feita de descobertas, o Bomba Inteligente. Vou lá voltar, e sem convite.


08
Fev 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 22:50link do post | comentar | ver comentários (1)

 

 

Os últimos serão os primeiros
 

Afogueado pela correria, cheguei uns minutos atrasado à celebração da missa dominical. E como eu detesto chegar tarde, sujeito a ficar de pé ao fundo da igreja a abarrotar, e sem tempo para me concentrar comodamente lá à frente bem perto do altar, bem perto de Jesus!

Tomo então um recanto junto às pesadas portas que teimam em abrir e fechar com os outros retardatários. Aí permaneço de espírito inquieto tentando encontrar-me com os cânticos e orações, mas logo me distraio com o sotaque destoante do meu vizinho do lado: de pele escura e cabelo crespo, um homem baixo de cabeça inclinada e mãos postas, reza com fervor. Pela roupa e traços de expressão, adivinho-lhe condição humilde, uma vida dura e solitária.

No outro canto deparo-me com uma adolescente de roupa atrevida e piercing no nariz: ela não esconde o ar contrariado, de quem dormiu pouco e aqui está por obrigação. Na sua natural ambiguidade, na busca de si próprios, os jovens por sua vontade quase sempre se arrumam na extremidade do templo, não entram, não se entregam – penso eu com os meus botões. Depois, quando chega o Aleluia, chama-me à atenção um casal de negros que com voz forte e desinibida dá graças com uma invejável convicção, com uma franqueza que só pertence aos justos. Também estrategicamente colocado perto da porta, acomoda-se um pedinte de unhas sujas e ar miserável. Pergunto-me se é a fé que o move ou apenas se protege do frio cortante lá de fora?

Ao fundo da igreja juntam-se também as mães e os pais com as crianças travessas. Noto um casal que em desespero tenta entreter o seu irrequieto petiz a todo o custo. É pela altura da Consagração, momento de inusitada intensidade espiritual, que o miúdo atinge o auge da impaciência desatando aos guinchos, obrigando o acabrunhado progenitor a uma saída de emergência para o adro. Na sua saída ainda tenho tempo de lhe acenar um cumprimento solidário.

No fim acabo reconciliado com o meu destino, com esta experiência que me arrebatou aos meus cómodos protocolos. O povo de Deus afinal descobre-se mais claramente nas franjas desta Igreja errante e peregrina a que eu pertenço. E desta maneira ganham mais sentido as palavras de Jesus Cristo que tanto nos alerta serem os últimos os primeiros.

 

João Távora, do blogue Risco Contínuo


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 16:14link do post | comentar | ver comentários (5)

Eu parto do pressuposto que quando um líder político, principalmente um indivíduo sobre o qual recaem as esperanças de mais de 10% do eleitorado português, apresenta uma proposta numa Convenção do seu partido, essa proposta é séria e não um recursos estilístico. Joaquim, até pode concordar com as propostas ou admirar a pessoa, mas por favor não diga que o que Francisco Louçã fez ao propor a proibição do despedimento de empregado às empresas com resultados (julgo que ele queria dizer "com resultados positivos", mas dá-se um desconto, afinal, ele é economista...) foi um "exercício hiperbólico".


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 14:19link do post | comentar | ver comentários (1)

Eu não acompanhei a Convenção do Bloco de perto, provavelmente só vou saber de algumas das coisas que por lá se disseram nos próximos dias e farei nessa altura os meus comentários. No entanto, e como O Afilhado presta um verdadeiro serviço público, deixo aqui sugestões daqueles que acho que foram os melhores posts sobre o assunto:

 

O Capital Improdutivo, João Caetano Dias no Blasfémias

BE: estas coisas vêm sempre ao de cima, Tomás Vásques no Hoje há conquilhas

Os turras do caviar, Nuno Castelo-Branco no Estado Sentido

A parábola do coelho e da nota, António Pinho Cardão no Quarta República

A fábula do coelhinho truca-truca e do dinheiro vilão, Luís Novais Tito no Barbearia do Senhor Luís

 

Do 31 da Armada não selecciono por serem tantos, mas chamo especial atenção para a entrevista a Francisco Louçã (I,II, III), para os "posts rápidos" tanto do Rodrigo Moita de Deus como do Nuno Miguel Guedes e para os vídeos bem à 31 (especialmente este e este). Mas o melhor é ir dar uma vista de olhos a tudo.

A Ana Sá Lopes fez também uma excelente cobertura, num registo completamente diferente, é certo, mas imperdível. Também é de referir o excelente trabalho fotográfico de Paulo Azevedo.

 

E um leitor de esquerda, que eu também os tenho que o meu blogue é como o Bloco: plural, pluralinho, dirá e com razão: mas esses posts são todos de blogues de direita ou coisa parecida. E eu desculpo-me dizendo que até fui ao 5dias e ao Jugular, mas como poderão observar, não há nada, nadinha... Pode ser que escrevam qualquer coisa na VII Convenção.

 

(imagem roubada gentilmente cedida pelo Paulo Azevedo)


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 10:08link do post | comentar | ver comentários (6)

 

Dependentes do sistema

 

O sistema está viciado, infelizmente essa é a realidade.

Agora todos assumem que estamos em crise, mas cada um apresenta diferentes perspectivas da situação.
A crise carrega consigo a insolvência de empresas e desemprego. Todos os dias fecham empresas e enchem-se de nuvens negras o futuro de muitos.
Evidentemente, descem a terreiro os especialistas e afins, cada um apresentado diferente soluções.
O regime resolveu avançar pelo investimento público e a oposição contesta.
O problema é que muitas empresas, não falo só de construção civil, vive dependente do que o estado gasta. O sistema tornou-as viciadas nos dinheiros públicos e não lhes dá hipóteses de se desintoxicarem.
Assim, dada actual situação mundial, não serão os privados a investir, esses resguardam-se da chuva.
Não defendo obras megalómanas, onde se perpetua o regime e se passe a conta para as gerações vindouras. Acredito no investimento público, que seja benéfico para o país, que crie postos de trabalho e que ao mesmo tempo dinamize a economia.
Infelizmente o estado é o motor, se ele não investe,  a mensagem aos outros é para fazerem o mesmo.
Eu sinceramente não vejo, dada a situação, espaço para outra coisa, nem muito menos tempo para reformular ou construir o que temos.
 
Daniel Santos, do blogue Em 2711

07
Fev 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 14:38link do post | comentar | ver comentários (1)

Gabriel Silva, no Blasfémias:

 

Como bem refere JMF hoje no Público, o que atrás é dito implicaria a conclusão inversa, isto é, exigia-se que não fosse atribuído ao Estado tal poder sobre a liberdade e privacidade dos cidadãos, pois que é este que tem o historial e a prática de continua violação e restrição dos direitos individuais.
Não tenho dúvidas que esta iniciativa (na linha de outras como as câmaras de vigilância na via pública), é o maior ataque á liberdade individual por parte do Estado dos últimos tempos. A questão base é mesmo a instalação do chip e a sua obrigatoriedade, pouco importando quaisquer alegadas «garantias» que por agora se enunciem. Alguém duvida que em momento posterior, face a assaltos violentos seguidos de fuga, raptos, ou simples alegações de ondas de criminalidade, insegurança ou outra treta qualquer, rapidamente não seria aprovado um decreto que permitisse o cruzamento de dados, a vigilância permanente, o traçar de percursos? E que depois tal seria paulatinamente estendido a todos, por «razões de segurança» e «interesse nacional»? A questão mesmo é obrigar a instalar os dispositivos, implantar os detectores e criar as bases de dados. Depois, tudo é possível.  Haja pretexto. Que nunca costuma faltar….

Primeiro Aniversário: The Big Brother Is Watching You!

publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 14:10link do post | comentar | ver comentários (5)

Alguém me explica porque é que o technorati ignora metade das referências que me fazem? É que já se está a tornar aborrecido...


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 13:08link do post | comentar | ver comentários (9)

Sempre me habituei a ouvir as parvoíces de Francisco Louçã. Admirei-me quando uma vez em conversa me disseram que era economista e neste momento acho que diz o que diz apenas para ter votos, não porque o defenda.

Apesar de sempre o ter conhecido por dizer disparates, julgo que nunca chegou ao absurdo de propor o que agora propõe. No seu discurso na sexta Convenção do Bloco, Francisco Louçã defendeu que as empresas com lucros deveriam ser proibidas de despedir empregados. Ao ouvir tamanho disparate, cujo objectivo é apenas manipular quem está em situações difíceis sinto verdadeiro nojo daquilo que o BE representa. Perdoem-me os leitores que simpatizam com Francisco Louçã, mas, para mim, perdeu toda e qualquer credibilidade que eventualmente pudesse ter. Se há 10% do país que gostaria de o ver como Primeiro-Ministro, é com eles. O meu voto nunca levaria.


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 11:01link do post | comentar | ver comentários (20)

Felizmente já se gerou algum debate em torno da questão do aborto o que é sempre saudável. Se existem duas opiniões divergentes e os seus defensores não se "misturam" para as discutir, acabamos por nunca encontrar a verdade.

No seguimento do debate, o Jorge Assunção diz a certa altura que há um problema de princípio em tudo isto que inquina toda a discussão: a questão de o feto ser ou não um ser humano. Segundo ele, não é possível afirmar logicamente quando é que a vida humana começa. É muito pertinente, porque se este ponto não ficar esclarecido de início, não chegamos a lado nenhum.

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publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 03:11link do post | comentar

Apesar de não dar propriamente valor a este tipo de "estudos", é engraçado ver Durão Barroso considerado pela população de seis países como o 10º líder mundial mais popular e o 9º mais influente. Se pensarmos no que seria Durão Barroso se continuasse à frente do governo português, percebemos que não fez senão bem em ir embora. Afinal, não é senão apenas mais um português maltratado pelo seu país que procurou e encontrou afecto no estrangeiro.


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