A máfia da blogosfera
08
Jul 08
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 16:53link do post | comentar | ver comentários (2)
O meu menino já passou as 1000 visitas. Isto em mais ou menos três semanas de existência. Estou orgulhoso.

publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 15:43link do post | comentar
Afinal parece que não. Vale e Azevedo não foi preso coisa nenhuma. Foi a Westminster "falar":

«O ex-presidente do Benfica Vale e Azevedo foi ouvido hoje à tarde no tribunal de Westminster e libertado sem fiança, uma vez que o juiz considera não haver risco de fuga, disse à Lusa o advogado Edward Perrott. (...)»

Parece que não é só em Portugal que a Justiça é podre.

«João Vale e Azevedo aguardará assim a decisão do tribunal em liberdade.»

publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 14:25link do post | comentar
“O regime sionista faz actualmente pressão sobre os dirigentes da Casa Branca para preparar um ataque contra do Irão. Se cometerem essa estupidez, a primeira resposta do Irão será lançar fogo a Telavive e à frota americana no golfo Pérsico.” (...)

É melhor que nos preparemos. Ou muito me engano ou daqui por pouco, muito pouco tempo, vai haver "chatisse" no Médio Oriente. Chatisse nuclear, chatisse petrolífera, chatisse genocída, chatisse para dar e vender. Vai ser um problema para descalçar esta bota...

publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 13:01link do post | comentar
«João Vale e Azevedo, ex-presidente do Benfica, foi detido esta manhã em Londres pelas autoridades britânicas, avançou a agência Lusa. Segundo um porta-voz da política britânica, Vale e Azevedo foi detido na na esquadra de Belgravia, em Londres, em cumprimento do mandado de detenção europeu. (...)»

Já era tempo de se prender o Padrinho à portuguesa. Vale e Azevedo é a prova viva que o crime até compensa (durante algum tempo). Quem diria que um ex-dirigente de um clube que não tem propriamente muito dinheiro iria ser detido em Londres, enquanto vivia numa casa de 15 Milhões de euros e se pavoniava pela grande metrópole com um popó de 400 mil euros. Será um prazer ter este "senhor sacana" atrás das grades.

07
Jul 08
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 22:49link do post | comentar | ver comentários (1)

Não me tinha ainda pronunciado sobre a questão do PCP e da libertação de Ingrid Bettancourt por, na realidade, não ter verdadeiramente uma opinião e a quem não sabe o que dizer, mais vale estar calado. Depois de ter lido por aí umas coisas, acho que devo eu também escrever aqui o que penso.

Existem determinados partidos que, pela sua necessidade de ter "crédito" junto do eleitorado, preferem apresentar posições absurdas a assumir que afinal algo naquilo que eles dizem até pode estar menos certo. Isso é o que acontece com o PCP. Percebe-se. No entanto, uma coisa é falarmos sobre uma estrada, uma ponte ou um aeroporto, outra, completamente diferente, é falarmos de vida e de liberdade. Ingrid Bettancourt, juntamente com todos aqueles que estiveram e que ainda estão sequestrados, sofreu um atentado contra a sua liberdade e quase contra a sua vida e nenhuma corrente ideológica por melhor que seja pode justificar isto. O PCP vê nas FARC fiéis aliados e camaradas de luta e até partilha com eles a Quinta da Atalaia no mês de Setembro e isso não pode acontecer. Imaginemos o que seria se agora o PNR (não estou a fazer qualquer insinuação, apenas a dar um exemplo) decidisse apoiar um regime totalitário fascista num qualquer lugar desse mundo fora. Imaginemos o que seria aquele Parlamento. Imaginemos o que seria o Jerónimo e o Bernardino na rua a defender a ilegalização do partido por apoiar regimes que vão contra as liberdades individuais. Não é difícil imaginar pois não?

Defendo um país democrático e com liberdade de pensamento e de expressão. Condeno um país em que partidos com assento parlamentar apoiam organizações que vão contra esses ideais. Acho que já vai sendo tempo de alguém dar uma chapada diplomática ao PCP e fazer com que os seus dirigentes e militantes passem a demarcar-se daquilo que está para além do aceitável e deixem de defender o indefensável em nome de um ideal que não preconiza NADA daquilo que tem sido feito em seu nome...

Ainda mais: até o Fidel e o Saramago se pronunciaram contra... até eles!!

publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 22:46link do post | comentar


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 22:45link do post | comentar


06
Jul 08
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 19:05link do post | comentar
Como hoje estamos cheios de nada de novo, lembrei-me deste assunto no qual já dei por mim a pensar várias vezes.

Hoje em dia, o papel da blogosfera na decisão política é incontornável. Todos podem dizer que a importância é reduzida, mas é uma realidade. Alguns blogues de peso (o 31, o Corta-fitas, o Kontratempos, o Atlântico, o Abrupto, o Jumento, o Blasfémias ou o Arrastão, para dar alguns exemplos) são verdadeiras "bíblias" para algumas pessoas, cada um na sua área política, diga-se.
Estas pequenas páginas de baixo custo, com textos de dimensão reduzida (porque o tempo é escasso), mas muitas vezes ilucidativos, fazem lembrar aqueles jornais de revolução. Quem não ouviu já falar de jornais incisivos contra os regimes, como o L' Ami du Peuple do assassinado Marrat. Não me admira nada que um dia haja um verdadeiro negócio dos blogues, agora até já se avaliam on-line. Imagine-se daqui a uns anos os partidos a comprar blogues por aí de maneira a lavar o cérebro dos infiéis. É um cenário perfeitamente plausível se atendermos ao facto de o Belmiro ter o Público ou o Balsemão ter a SIC (e mais aquela trapalhada toda de antigas estrelas da imprensa).

We'll see...

publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 18:56link do post | comentar
O EP da Festa do Avante deste ano aumentou de preço. O trabalho voluntário deve estar mais caro...

05
Jul 08
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 19:38link do post | comentar | ver comentários (3)
Este post do blogue Ladrões de Bicicletas dá-nos a conhecer que na Nova Zelândia se tem assistido a uma nova "onda" de reforço do Sector Empresarial do Estado (SEE). O autor, João Rodrigues, parece concordar. Eu não.

Existe na nossa actual acepção do que são as funções do Estado uma que dá pelo nome de "Eficiência" (as outras são "Estabilidade" e "Equidade"). Muitas vezes, não é vantajosa para o Mercado a exploração de determinados negócios, há inúmeros exemplos disto. Por exemplo, não existe nenhuma empresa que se dedique a investigação, no abstracto. Mesmo que esta empresa vendesse patentes daquilo que descobre, nunca seria rentável e acabaria com enormes prejuízos. A função do Estado a que chamamos eficiência visa, exactamente, colmatar estas falhas de mercado criando-se empresas públicas que, pela possibilidade de realizarem investimentos a longo (ou extremamente longo) prazo, são opção. Olhem o caso das energias renováveis, a EDP já tem lá uma área para as renováveis, mas ao que sei, as centrais fotovoltaicas ainda foi o Estado que pagou. É aqui que o SEE deve entrar, na supressão das falhas de mercado, para que nada nos falte. Nas outras áreas em que o mercado se consegue mexer bem, o Estado deve apenas assumir a função de regulador, de "polícia", para que nos certifiquemos que as empresas não cometem crimes.

Uma nova onda de aumentar o peso do SEE anda a surgir por aí. Muitos até dão o exemplo do gigante EUA que está a pensar nacionalizar o sector petrolífero. Isto apenas se verifica quando existe algum factor que a isto obrigue, no caso das petrolíferas americanas, acho que não preciso de enunciar quais são esses factores... De resto, deve deixar-se o mercado "andar à vontade" mas com os "olhos" do Estado a controlar os seus movimentos para que não hajam chatisses. Os SEE são regra geral ineficientes, se fossem rentáveis, não tínhamos tido a necessidade de privatizar tanto nos anos 80, certo?

publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 14:02link do post | comentar
Imagem via O Jumento.

Já agora: leiam n' O Jumento a parte em que o próprio dedica duas fotografias ao PCP, não transcrevi por ser muito grande mas está bastante bom.
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publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 13:27link do post | comentar | ver comentários (1)
A taxa de reprovação no exame de Matemática A do 12º deste ano baixou para 7 por cento, contra os 18 por cento do ano passado, numa prova em que a média de notas foi de 12,5 valores. Mas a média de notas no exame de Português do 12º deste ano ficou abaixo dos 10 valores pela primeira vez em três anos, situando-se nos 9,7 valores face aos 10,8 de 2007.
A taxa de reprovação de 7 por cento dos 36.674 alunos que fizeram este ano a prova de Matemática A é menos de metade da verificada no ano passado (18 por cento) e cerca de um quarto da de 2006 (29 por cento), indicam os dados oficiais distribuídos hoje à tarde pelo Ministério da Educação (ME).

Quando o exame ficou disponível on-line, vozes de protesto se levantaram contra o "facilitismo". Quando os resultados saíram, vozes se levantaram contra esse mesmo "facilitismo". Apesar de a minha voz não se ter levantado, ela concorda com as que o fizeram. Os exames estão, realmente mais fáceis. Mas a questão de fundo aqui é se os exames estão "fáceis" ou "mais fáceis". Há uma pequeníssima diferença.

Todos sabemos que os exames de Matemática deste ano foram mais fáceis do que os do ano passado. Não sabemos é se os do ano passado não seriam demasiado difíceis (não estou a dizer que eram) e que este ano passaram para a dificuldade desejável. Como podemos saber? Muitos dizem que um exame é apropriado quando o aluno médio o consegue resolver. Ora, os exames dos anos anteriores não eram certamente resolvidos por qualquer aluno médio (a média era de 8 valores, aproximadamente, e a taxa de reprovação de cerca de 20%). Será que isto quer dizer que eram difíceis? Dúvido. Provavelmente os alunos "médios" não o eram, tinham notas fantasma dadas por professores pouco exigentes...

Muitos dizem que este "facilitismo", alegadamente ordenado pela Ministra herself, serve para mostrar estatística a Bruxelas. Não dúvido. É uma obcessão esta competição em Bruxelas. Deviam criar as Olimpíadas das Estatísticas em que os países da União tentavam melhorar os seus "rankings". Se calhar não, seria ridículo.
Este problema de Bruxelas não é novo, vem desde 1 de Janeiro de 1987, e dúvido que nos toque só a nós. Acredito que muitos países façam o mesmo. Eu cá, que de nada entendo, tenho uma proposta. Porque não harmonizar a política de ensino na UE e, por conseguinte, harmonizar os exames que classificam os estudantes. Assim, já não poderia haver "facilitismo ordenado" nem exames "fáceis" ou "difíceis". Não é assim tão absurdo, se temos um Mercado Único em que se pretende que as barreiras sejam anuladas, uma barreira a anular será a diferença na formação e qualificação! Isto resolve-se com a boa velha harmonização! Para rimar, só por isso, pergunto: Porque não?

04
Jul 08
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 14:52link do post | comentar | ver comentários (3)
Desde a revolução industrial que se utilizam combustíveis fósseis. Mais de 200 anos depois de os usar, os impactos são óbvios! Para combater o aquecimento global e as alterações climáticas, recorremos a fontes de energia alternativas. Temos uma vasta panóplia à escolha: geotermia, hidroeléctrica, solar, eólica, biomassa, biogás, cinética, e provavelmente mais algumas. Nenhuma destas energias traz qualquer problema, nenhuma interfere com absolutamente nada. Se optarmos pela energia solar, o Sol não acaba. Se optarmos pela energia eólica, o vento não acaba. Se optarmos pela hidroeléctrica, a água não acaba. Como somos extremamente inteligentes (com "somos" refiro-me àqueles em quem votámos para nos reger) utilizamos uma que, sendo "limpa", acaba com as reservas alimentares do mundo e leva à morte à fome África inteira e uma boa parte dos outros continentes.

Eu até compreendo que seja mais fácil utilizar os biocombustíveis, aquela história toda dos motores e mais não sei o quê. Mas porque não utilizar biogás? Ninguém morre por se queimarem folhas! - que por acaso já estão mortas... Não podemos passar de cavalo para burro. É verdade que o petróleo era mau por causa do ambiente. Mas os bens alimentares são imprescindíveis e a sua produção não é infinita. Agora temos mais um quintal - Marte - mas ainda não podemos lá plantar beterrabas! É tempo de haver uma conversão dos mecanismos dos automóveis e dos demais veículos para que possam funcionar com base em, sei lá, baterias, por exemplo! De modo a que possam consumir energias que sejam económica, ambiental e humanitariamente (existe?) sustentáveis!

publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 10:40link do post | comentar
(Via Câmara de Comuns)

Num bocadinho antes de uma entrevista para um canal francês, o presidente da França e da UE disse algumas coisinhas interessantes. Vejam aqui.

publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 09:43link do post | comentar
(...)A promessa do primeiro-ministro é de que irá reduzir estas taxas, mas a medida pode não ter grandes efeitos. Primeiro, porque a lei já isenta de IMI as famílias que preencham duas condições: que tenham um rendimento anual inferior a cerca de 10 mil euros e cuja casa não tenha um valor patrimonial superior a cerca de 50 mil euros. Ou seja, estes contribuintes não irão sentir qualquer diferença.

A lei permite ainda outra isenção. As casas cujo valor patrimonial seja inferior a 157.500 euros estão isentas por seis anos e as casas entre 157.500 e 236.250 euros estão isentas por três anos. Como por lógica os contribuintes de rendimentos mais baixos compram casas de valor mais reduzido, a grande maioria goza de isenção, logo, enquanto a mantiverem, não sentirão a redução de taxas.

Assim, apenas beneficiarão os contribuintes que já perderam a isenção e todos os que compraram casas de valor mais elevado. Refira-se que, segundo números publicados pelo Jornal de Negócios, 70 por cento das casas transaccionados entre 2004 e Janeiro de 2006 estavam isentas de IMI. (...)

É impressionante como se faz propaganda barata assim tão facilmente. Quando vimos o Eng. Sócrates na televisão a anunciar a baixa do IMI ficámos felizes por os efeitos do aumento das taxas de juro já não se reflectirem tanto nas nossas despesas com a habitação. Depois, sabemos que tudo é uma farsa. Pelo menos no que ao IMI diz respeito, nada, ou quase nada, vai mudar. A intenção de previligiar os mais carenciados, se alguma vez existiu, saiu furada.

Quanto ao IRS, penso que a demagogia não veio do PM, mas sim do Público. Ao que parece, com o aumento das deduções deste imposto, as pessoas do terceiro escalão, com rendimentos até aos 13.500€ anuais (cerca de 964€ mensais) apenas pouparão 14€ por mês. Esta ideia transmitida pelo jornal é, em primeiro lugar, pouco profissional (ainda sou do tempo do jornalismo isento), e, em segundo lugar, pouco verdadeira. Repare-se que 14€ por mês numa família com rendimentos de 964€ é um aumento de 1.5% do rendimento mensal. Isto é mais que os aumentos sentidos nalguns anos anteriores, não?

Sempre me intriguei porque é que existe esta coisa de, quando se aumenta 1% de um imposto, há centenas de milhar na rua a protestar. Quando se aumenta 1.5% do rendimento (que deve ser bom...) há centenas de milhar na rua insastisfeitos, porque querem mais. Quando é que alguém vai ficar satisfeito com alguma coisa na nossa pequena praia?

02
Jul 08
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 11:57link do post | comentar | ver comentários (3)
A mais recente novidade vinda do além-mar é um referendo que terá lugar na Madeira, no qual será questionado à população madeirense o que é que esta pensa acerca do papel do Governo Regional e do Governo Nacional na definição dos destinos da Madeira. É bem! Questões que se prendam com a primeira lei da nação, têm de ser tratadas directamente com a população (não se tem feito muito disto no contenent). Tiro o chapéu ao Dr. Jardim, deu uma liçãozinha de democracia aos burocratas de Lisboa.

P.S.: Acho é estranho que o Jardim tenha ido falar de democracia para a Venezuela.

publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 09:51link do post | comentar | ver comentários (1)
Como é do conhecimento geral, ontem a taxa normal do IVA baixou de 21 para 20%. Como também é conhecido de todos, houve grande alarido por causa de um ministro às compras e um dentífrico que aumentou de preço. Como isto anda tudo muito confuso, vou tentar confundir um pouco mais.

1. Dado que a única taxa do IVA que baixou foi a normal, é óbvio que numa ida ao supermercado isto não vai ser notado, porque a maioria dos produtos está indexada às taxas de 5 e 12%. Por isto, aquelas passeatas de ontem foram pura demagogia e pura parvoíce, também.

2. Esta história de pagarmos muito IVA não é bem verdade. A maioria das pessoas não sabe, mas o IVA que nós pagamos, serve, em parte, para financiar a UE (nunca se perguntaram de onde vêm aqueles milhões todos?). Ora, é certo e sabido que nós recebemos mais dinheiro do que aquele que damos, por isto, acabamos por pagar, em termos práticos menos. Uma coisa boa nisto é que pelo facto de termos o IVA mais elevado, acabamos por ter uma inflação menor.

3. Muitos dizem que com a descida do IVA, quem ganha são as empresas, que vão absorver o imposto. E depois? Isto é uma análise extremamente superficial. A verdade é que o que vai acontecer é que vai haver mais 500 Milhões de euros a circular por ano. Este dinheiro não vai ficar guardado nos cofres dos empresários, vai circular. Para as PME's é bastante bom absorver o IVA pois, assim, poderão até expandir-se e contratar mais pessoas.

01
Jul 08
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 21:58link do post | comentar
Na blogosfera não se avaliam as pessoas, mas as ideias!

publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 14:51link do post | comentar | ver comentários (1)
Dispensa apresentações. É um fantástico livro com uma história empolgante, quase impossível de largar. Sem pontuações exageradas, Saramago consegue que compreendamos tudo e mais, que adoremos aquilo que compreendemos. E se de repente, todos cegássemos?
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publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 13:29link do post | comentar

E pronto, o caso vai ser arquivado, aliás, vai ser apreciado pela Procuradoria, e a menina raptada/morta/desaparecida vai ser condenada ao esquecimento. Triste ser a única condenada nesta história toda...

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