A máfia da blogosfera
02
Mai 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 20:18link do post | comentar

Pacheco Pereira sabe bem, como especialista ele próprio de comunicação, que é assim que funciona a imprensa ou os media em geral - incluindo o Twitter e os blogues. A mensagem tem de ser clara e não se pode querer apresentar todas as ideias em pouco de mais de meia hora de entrevista. Duas ou três grandes ideias chegam. É verdade que foi boa a prestação genérica de Manuela Ferreira Leite no programa de Mário Crespo, a melhor até agora, mas há sempre um que se torna obviamente central - e este tem sempre algum cunho de improviso que qualquer aprendiz da comunicação aconselharia Manuela Ferreira Leite a evitar.

 

Paulo Pinto Mascarenhas, no ABC do PPM


01
Mai 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 12:32link do post | comentar

«Um novo ‘bloco central’? Há um ano, a ideia parecia absurda. Um ano depois, com a economia em farrapos, o PS longe da maioria absoluta e a possibilidade séria da extrema-esquerda chegar aos 20%, é preciso escolher entre o mau e o péssimo. Prefiro o mau. Como prefere Ferreira Leite, José Sócrates, Cavaco Silva e qualquer político ‘responsável’.
Acontece que algumas donzelas não toleram o cenário. E acusam Ferreira Leite de não pensar no que diz, só porque a líder disse exactamente o que pensava. Pobres donzelas: educadas na propaganda e na política do espectáculo, qualquer verdade é urticária para elas.

Infelizmente, Ferreira Leite cedeu à histeria e apagou as suas próprias palavras. Fez mal. O País está cansado de mentiras e a honestidade da drª Manuela, a sua única vantagem, não devia estar à venda.»

 

João Pereira Coutinho, no Correio da Manhã


29
Abr 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 18:56link do post | comentar | ver comentários (2)

Após a sua estadia no Canadá, Will Wilkinson escreveu um excelente artigo que intitulou «The immigration fallacy». Se é certo que a mensagem era destinada aos americanos em geral, muitos portugueses não perderiam nada em dar uma vista de olhos.


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 17:45link do post | comentar | ver comentários (3)

«Uma rede de supermercados decidiu que não venderá nas suas estantes o livro ‘A Casa dos Budas Ditosos’, de João Ubaldo Ribeiro (Prémio Camões do ano passado), explicitamente dedicado à luxúria.

Há uns anos, quando o livro teve a sua primeira edição, a cena foi a mesma e eu próprio protestei. É uma pena que os supermercados não o queiram nas suas estantes – obrigando os curiosos a ir a uma livraria, portanto – mas trata-se da liberdade de comércio.

Há muitos mais livros que os supermercados recusam vender, de Bruce Chatwin a Thomas Mann, de Luiz Pacheco a Tomás de Aquino. Não lhes convém comercialmente. Desta vez não lhes convém, digamos, ‘moralmente’. É um juízo arriscado mas legítimo. Não é todos os dias que uma empresa está disposta a perder dinheiro por motivos ‘morais’.»

 

Francisco José Viegas, no Correio da Manhã


27
Abr 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 17:29link do post | comentar | ver comentários (3)

«(...) Eu nem quero imaginar o que pode fazer uma variante de uma PIDE moderna com os instrumentos e as bases de dados a que pode aceder no estado, desde a do ADN, à da Via Verde, ao Cartão do Cidadão e os seus "números" interligados, com as escutas e procuras na Internet e nos telemóveis, às câmaras de videovigilância que proliferam por todo o lado, etc., etc. De manhã à noite, todo o meu percurso, o dinheiro que gasto, os livros que compro, onde almoço e com quantas pessoas, se passo pela Rua do Carmo, se entro no Sheraton ou se vou a um bar de alterne, que palavras procuro no Google, os bilhetes de avião ou comboio, tudo, tudo, tudo pode hoje ser procurado, sistematizado, devassado. Com o modo como o PS quer acabar com o sigilo bancário, com o crescente fim do ónus da prova pelo estado no fisco e agora em tudo o resto, estamos a construir uma sociedade vigiada e controlada, sempre pelas melhores e mais "eficazes" razões, mas que é um maná para quem começar a abusar da lei. (...)»
 

José Pacheco Pereira, no Abrupto


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 10:28link do post | comentar

«Portugal mudou radicalmente e é um país irreconhecível por uma ideologia cujos escombros já se desfizeram. Há uns tiques, uns sopros, uns saudosistas – mas, fundamentalmente, o salazarismo é um objecto de museu (em Santa Comba Dão ou em qualquer outro lugar), destinado a ser visto e estudado como parte do que fomos.

Não vale a pena soltar os seus demónios nem acrescentar-lhe actualidade. Faz parte de um retrato em que já não nos reconhecemos. É uma velharia para análise de laboratório.»

 

Francisco José Viegas, Correio da Manhã


24
Abr 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 11:59link do post | comentar

«Os portugueses podem estar em apuros, mas o certo é que o primeiro-ministro, talvez por solidariedade, não dorme mais descansado. E, esta semana, a situação atingiu uma gravidade inimaginável: que o povo contasse anedotas, tolerava-se; que a oposição criticasse, admitia-se; que ingleses avulsos o acusassem de corrupção, lá se ia aguentando. Mas se os Xutos e Pontapés fizessem uma música a chamar-me nomes, eu não sei se resistiria. José Sócrates tem de viver sabendo que o Tim não aprecia o seu trabalho. Custa. E Manuela Ferreira Leite percebeu esta semana que, quando faz conferências de imprensa, ninguém liga, mas quando o Kalu canta uma canção, vem na primeira página do Público. Também deve doer.»

 

Ricardo Araújo Pereira, na Visão


22
Abr 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 16:21link do post | comentar | ver comentários (2)

«Gostei de ver um senhor de cabelo curto em entrevista à RTP. Dizem que é primeiro-ministro. Duvido. Tenho a certeza que é um turista que apareceu por cá.

Para começar, os jornalistas de serviço fizeram perguntas muito sérias sobre as relações entre o Governo e a Presidência da República. O País inteiro diz que existe azedume entre ambos, com Cavaco a enviar ‘recados’ a Sócrates e Sócrates a recusá-los. Pura invenção nossa. Para começar, o turista explicou que as palavras do Presidente Cavaco não são para o primeiro-ministro Sócrates. E, para acabar, as palavras do primeiro-ministro Sócrates não são para o Presidente Cavaco. Acreditem se quiserem, mas Belém e S. Bento andam animadamente a falar para o boneco.

E Portugal? Portugal estava óptimo, apesar de o Banco de Portugal ter dito o contrário. Mas veio a crise e lá se foi a pintura. Agora, a solução não está em suspender ou adiar os grandes projectos que não garantem benefícios num prazo razoável; mas em avançar com eles, apesar da dívida pública explosiva, tudo em nome de um futuro moderno, radioso e, pormenor irrelevante, brutalmente penhorado.

Resta o Freeport? Não, não resta. Verdade que o Ministério Público, sem falar dos ‘hooligans’ ingleses, continua a investigar suspeitas de corrupção baseadas num vídeo dos estúdios Disney. Mas o turista está apenas preocupado com os difamadores que escrevem sobre o assunto. Jornalistas? Não. Difamadores. O facto de serem jornalistas a opinar não passa de um pormenor.

No final, o turista sorriu e foi-se embora. Onde será o país dele?»

 

João Pereira Coutinho, no Correio da Manhã


19
Abr 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 11:02link do post | comentar | ver comentários (1)

«Quem não deve não teme», por Bruno Alves:

 

«O Governo português, sempre zeloso do nosso bem estar, resolveu revogar o sigilo bancário. Ao mesmo tempo, o Parlamento aprovava um projecto do Bloco de Esquerda no mesmo sentido. Segundo o historiador Rui Ramos, comentando (com desaprovação) o facto num programa de televisão, um dos “promotores da iniciativa justificou-a dizendo que “quem não deve não teme”. Não conheço os pormenores da proposta, e mesmo que os conhece, não os saberia avaliar. Aquilo que realmente me incomoda é esta ideia de que “quem não deve não teme”(...)»


publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 10:49link do post | comentar | ver comentários (4)

If you pay people to be poor, you'll never run out of poor people, por Daniel Hannan

 

«(...)Poverty is not simply an absence of money. Rather, it is bound up with a whole set of other circumstances: lack of qualifications, demoralisation, family break-up, substance abuse, fatherlessness. It follows that you do not end poverty by giving money to the poor: a theory that British welfarism has amply demonstrated over 60 years. Only when you tackle poverty holistically will you facilitate meaningful improvement.(...)»


17
Abr 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 12:39link do post | comentar | ver comentários (1)

Lembram-se de quando nos diziam que os cidadãos não tinham legitimidade para referendar os tratados, porque estes eram ‘muito complexos’? Agora, o primeiro-ministro acha que as eleições europeias devem servir para "falar da Europa" e não daquilo que os cidadãos ou os políticos entendem.

Está enganado: falar da Europa não é falar da Europa. O que é, para os europeus, a Europa? Será tudo, menos a geringonça palavrosa de Bruxelas e dos seus burocratas e especialistas – tudo gente necessária ao debate mas dispensável para a conservação da espécie. O que conta para cada europeu é o seu território, a sua casa, a escola dos seus filhos, a sua memória, os jardins da sua cidade, a facilidade ou a dificuldade de viver. Isso é a Europa. Dizer o que se pode ou não falar não é europeu.

 

Francisco José Viegas, no Correio da Manhã


16
Abr 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 20:40link do post | comentar

Um excelente artigo de Desidério Murcho no De Rerum Natura. Deixo aqui um pequeno excerto que certamente espicaçará, palavra feia esta, as curiosidades:

 

«Não há indícios empíricos, resultados matemáticos, argumentos cogentes ou seja o que for que convença uma pessoa epistemicamente viciosa, que quer afirmar que a neve é azul e a relva cor-de-rosa, contra tudo e contra todos. Sem homens e mulheres de boa vontade, sem honestidade intelectual, não há metodologias que possibilitem o alargamento do nosso conhecimento.»


15
Abr 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 14:19link do post | comentar

«Vivemos numa época em que mais que nunca o Estado se preocupa com a saúde dos cidadãos. Como bem notava Vasco Pulido Valente na semana passada no Público, os motivos para esta inquietação estão longe de ser altruístas. Menos doenças equivalem a menos despesas com a saúde. Mas imaginemos uma pessoa magra, não fumadora, que nem sequer come pão com ou sem sal, mas que padece de uma doença respiratória qualquer. A essa pessoa de nada servem as campanhas de prevenção e proibição. As doenças respiratórias são a terceira causa de internamento em Portugal e nem todos os pacientes sofrem de cancro do pulmão. Muitos padecem de alergias e são asmáticos. O que fazer para impedir estas doenças crónicas? Talvez o Estado pudesse proibir os pólenes que ousam passear por aí nesta estação do ano. Já que se legisla por tudo e por nada, que se fizesse uma lei contra as flores, as árvores e os jardins. E contra as vassouras, que, atrevidas, levantam o pó. Um português, um aspirador! Em cada bomba de gasolina, uma bomba de asma! Expatriem os ácaros para a Acarolândia! O Estado devia proibir a Primavera. O dinheiro que se poupava se viesse já o Verão.»

 

Carla Hilário Quevedo, do Bomba-Inteligente


07
Abr 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 11:45link do post | comentar | ver comentários (7)

«Temos pouca cultura liberal entre nós. Liberal à moda antiga. Liberal, de liberdades, de autonomia, de independência e de individualismo. Queremos que a nossa opinião seja logo adoptada como a opinião; ou que a opinião dominante seja tão dominante que nem se dê ao trabalho de ir a debate. Temos medo de ficar do lado da opinião minoritária, do outro lado do poder – de onde vêm benefícios e vantagens. Tememos quem manda. O único horizonte de salvação é o Estado – para funcionários, para necessitados, mas também para empresários, que suplicam favores e facilidades. Por isso, o Estado tem sempre razão em nomes de todos nós («O Estado somos nós.»). Temos medo da palavra indivíduo – a maioria acha que o indivíduo (um luxo suspeito) não vale nada e que deve sujeitar-se ao colectivo, sacrificar-se em nome de todos. A nossa desgraça é precisamente essa.»

 

Francisco José Viegas, no Correio da Manhã


23
Mar 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 09:21link do post | comentar | ver comentários (1)

O Francisco Proença de Carvalho está coberto de razão neste seu texto. É impressionante que num cenário de estabilidade política - nos últimos vinte anos tivemos duas renovações de mandato e apenas cinco primeiros-ministros - não tenhamos sido capazes de criar uma estratégia sólida e sustentada que nos levasse a algum lado. Desde 1986 que andamos de mão estendida para a União Europeia, a desbaratar fundos que acabarão, é bom lembrar, em 2013 com o novo Quadro de Referência Estratégico Nacional. Apesar de me opor à forma como a UE redistribui riqueza pelos países, a realizade é que recebemos dinheiro e é fulcral a sua boa aplicação. Não temos uma verdadeira política fiscal, fazem-se mudanças conforme dá o vento, o que nos tem feito perder muito, mesmo muito em termos de Investimento Estrangeiro. Não temos (alguma vez tivemos?) um bom sistema de ensino, que "produza" bons profissionais. E por aqui me fico na descrição do desastre, para não fazer o discurso-taxista e dizer que a saúde e a justiça estão pela hora da morte. Volto a repetir, por achar verdadeiramente importante, que nos últimos vinte anos tivemos apenas cinco primeiros-ministros, sendo que quatro dos governos foram de maioria absoluta. Incompetência dos decisores? Sem dúvida. Mas será só isso? Nem pensar.

O grande problema que enfrentamos é o de termos, e não é chavão, uma classe política que sobrepõe os interesses partidários e o sucesso pessoal ao desenvolvimento do país. Desses políticos, não precisamos - o pior é que não aparecem os outros. 

 

 

«O Expresso tentou capitalizar um possível efeito preservativo, como em 1992. Acho que ninguém ligou. Provará duas coisas: a sociedade portuguesa está mais secular, sim; a censura, venha ela de onde vier, é coisa cada vez mais ultrapassada - a sociedade e a democracia estão muito mais maduras.»

 

Miguel Marujo, no Cibertúlia

 

«Rebatizaram a menina de dez anos com o nome de Aurora, o nome da deusa da madrugada, a deusa de “róseos dedos”, a condutora da carruagem que cruza o céu, anunciando o nascer de um novo dia ao abrir as portas ao seu irmão Hélios.(...)»
 

Salvador Massano Cardozo, no Quarta República

 

«O problema é que Ratzinger não perguntou aos católicos se estes escolheram a tal perfeição de que ele fala, ou se perante uma pandemia como a da SIDA preferem que a verdade seja obnubilada e muitas vezes ignorada, em prol de uma pretensa abstinência que se quer impor a populações completamente ignorantes e em relação às quais, muitas vezes, nem mesmo o simples direito a um pedaço de pão está garantido todos os dias.(...)»

 

Sérgio de Almeida Correia, no Bacteriófago


22
Mar 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 22:08link do post | comentar | ver comentários (2)

«Diz-se por aí que PS e PSD não conseguiram encontrar substituto para Nascimento Rodrigues em tempo útil. Eu penso que a história é mais prosaica: PS e PSD esqueceram-se simplesmente que o Provedor de Justiça existia.

Talvez tenham conversado uma ou outra vez sobre o cargo. Mas, como acontece em certos filmes, a família do ‘bloco central’ só se lembrou da criança quando ela, deixada em casa, desatou a berrar sozinha. Foi o pasmo geral: dos partidos, dos jornalistas e até do Presidente da República, que durante nove meses não deu por nada.»

 

João Pereira Coutinho, no Correio da Manhã


21
Mar 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 10:16link do post | comentar | ver comentários (1)

«O Papa deu uma bofetada de luva branca, branquíssima, em todos os silêncios sobre o poder em Angola, a miséria, a força bruta, as enormes diferenças sociais entre uma elite que nós bajulamos e os angolanos comuns a quem continuamos a trair.»

 

José Pacheco Pereira, no Abrupto


18
Mar 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 17:33link do post | comentar

«Esta renovação do antiliberalismo está a produzir uma enorme falácia intelectual, que tem sido repetida até à exaustão por José Sócrates: a crise portuguesa, reza a falácia, foi causada pelo liberalismo; o "neoliberalismo", coitado, é o culpado da desgraça portuguesa. Só há um problema nesta tese neo-socrática: a realidade. Nos últimos 100 anos, nenhum governo português colocou em prática políticas liberais. Perante este facto, a pergunta é óbvia: como é que a culpa da nossa crise pode ser atribuída a algo que nunca existiu em Portugal? Alguém me explica este milagre da lógica?»

 

Henrique Raposo, no Expresso


15
Mar 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 09:27link do post | comentar | ver comentários (1)

«Ontem, na TSF, uma estudante de enfermagem dizia que estava na manif porque "ainda estou a estudar, mas, quando acabar, é certinho que vou para o desemprego, e por isso tenho que começar já a lutar pelos meus direitos!"

Mas... de que direitos falava?»

 

Jorge Ribeirinho Machado, no Cachimbo de Magritte

 

 

«Comparada com o que sucederia à economia portuguesa se fossem aplicadas as medidas propostas pelo PCP, BE e alguns alegristas a actual crise financeira não passaria de uma pequena simulação. A mistura de um falso romantismo com oportunismo político levam personalidades como Louça, Jerónimo de Sousa a tentar mobilizar as massas criando a falsa ideia de que o paraíso é possível, para o alcançar bastaria mudar algumas políticas.»
 

 


13
Mar 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 21:02link do post | comentar

«A Barbie tem sido vítima de uma das mais chocantes campanhas negras alguma vez urdidas em Portugal, país em que se urdem a toda a hora campanhas negras especialmente chocantes. Uma boneca que, em 50 anos de vida, desempenhou 108 profissões diferentes (é das poucas pessoas do mundo que se pode gabar de, no espaço de uma década, ter tido carreiras profissionais bem sucedidas quer como astronauta quer como instrutora de aeróbica - algo que Neil Armstrong tentou sem sucesso, nunca tendo conseguido ensinar competentemente o bodypump), foi apontada como símbolo da mulher doméstica - uma acusação que só pode ser explicada pela inveja que a reforma acumulada da Barbie, forçosamente, provoca nos críticos.»

 

Ricardo Araújo Pereira, na Visão


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