A máfia da blogosfera
18
Jan 09
publicado por Tiago Moreira Ramalho, às 16:28link do post | comentar

Não, este post não é sobre o cessar-fogo na faixa de Gaza. É sobre o fim da encenação socialista de que Manuel Alegre e o seu milhão de votos estava em ruptura com a direcção - José Sócrates. Ingenuamente, pensei ao início que a coisa fosse séria. O bravo bardo não tinha medo, não se calava, e rompia com a disciplina de voto qual jovem rebelde que diz não ao pai que o manda deitar. Ingenuamente, eu sei. Agora, depois de todas as "maroscas" nas votações para a suspensão da avaliação dos professores. Depois de ter colocado os professores contra o PSD quando votou favoravelmente à suspensão, para dizer a seguir que a suspensão não tinha ido avante por causa do partido de Manuela Ferreira Leite, já tem o que queria. Sim, porque um milhão de votos é muita coisa, mas ainda não chega para chegar a Presidente e perder as próximas eleições é um cenário que Manuel Alegre não admite. Temos agora o poeta libertador com o apoio oficial da direcção nacional do PS*. Sabemos também que o BE o irá apoiar, nem que seja na segunda ronda, e os comunistas também já lhe mandam sorrisinhos, através de Carvalho da Silva. Há esquemas que não lembram ao Diabo.

 

*a notícia não aparece completa online, mas já dá para ter uma ideia.

 

Adenda:

 

Nunca se deve menosprezar a esperteza dos políticos. Não são geniais, mas não esqueceram os truques de criança. Repare como estas nos restaurantes, quando vão com o pai ou com a mãe desavindos, e não querem comer a sopa, começam a fazer birra e a pedir um «chicolate». E o progenitor de serviço nesse fim de semana, para não ver a sua imagem estragada com a birra do fedelho, manda-o ir ao balcão escolher o «chicolate» do seu agrado. Ficam os dois satisfeitos ou aliviados, mas a saúde do miúdo acaba por sofrer com a má alimentação.

 

A. João Soares

 

Primeiro Aniversário: é a política, estúpido!

Discordo que Manuel Alegre tenha um milhão de votos...

A coisa deve andar ai pela meia-dúzia devotos dos amigos mais chegados.
Daniel Santos a 18 de Janeiro de 2009 às 16:58

Caro Tiago,
Nunca se deve menosprezar a esperteza dos políticos. Não são geniais, mas não esqueceram os truques de criança. Repare como estas nos restaurantes, quando vão com o pai ou com a mãe desavindos, e não querem comer a sopa, começam a fazer birra e a pedir um «chicolate». E o progenitor de serviço nesse fim de semana, para não ver a sua imagem estragada com a birra do fedelho, manda-o ir ao balcão escolher o «chicolate» do seu agrado. Ficam os dois satisfeitos ou aliviados, mas a saúde do miúdo acaba por sofrer com a má alimentação.
Só que as brincadeiras de miúdo nos políticos lesam o PIB do País.
E, para mal dos nossos pecados, nem já se pode usar o discreto puxão de orelhas nos putos!!!
Abraço
A. João Soares (http://www.domirante.blogspot.com/)
A. João Soares a 18 de Janeiro de 2009 às 17:00

Metáfora perfeita! Vou colocar isto como adenda!

Abraço

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